7 de jun de 2011

Poesia Delirante: O Psiconauta A Deriva

Bom dia caros leitores! A tanto o espaço poesia delirante anda estático, mas hoje motivado pela estática de por o quadro em movimento venho ate vocês declamar, mesmo que não em voz e sim em tela de hardware estes singelos versos de O Psiconauta A Deriva.
Deliciem-se!


O Psiconauta A Deriva

Psiconauta navegante

Um ser pensante

Eterno Viajante

És um circo itinerante

Fascinado por cores

Na musica encontra grandes amores

Escravo da psicodelia

Vive o experimentalismo em seu dia a dia

Tato, olfato, paladar, visão, audição

Os cinco sentidos não fazem sentido

Pois o ser psiconauta encontra-se em pleno delírio

No seu barco a deriva em alto mar

Correntes calmas e ao mesmo tempo furiosas o cercam

Choque entre consciência humana e a abstrata psicodelia

Navegando em busca do fim ou do começo

Respostas para suas duvidas não passam de um pretexto

Fugir da realidade é seu objetivo

Como? Nem mesmo ele sabe

Tudo que faz o leva a ver coisas

Coisas às vezes até desanimadoras

Seria a hora de aportar?

As âncoras em uma ilha lançar?

Não! Apenas siga meu amigo continue a navegar

Pois agora que começou esta não é a hora de parar...


(Guilherme Antônio Rosa Santos)

2 comentários:

  1. fino, fino!
    vc apresentou ele no café literário, apresentou?

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  2. Sim, sim apresentei ele no café literário... na época era inédito.

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