29 de fev de 2012

Comentário a cerca do texto: Maconha, esquizofrenia e o paradoxo ético dos psiquiatras que são contra o uso medicinal da maconha


Senhoras e senhores Psychonautas! Hoje me dirijo a vocês para fazer um pequeno comentario a cerca de um texto que tomei conhecimento via nossa amiga e velha tripulante Aline (Limbo do Rock).
O que me aconteceu foi basicamente o seguinte. Estava eu a navegar nossa embarcação no "oceano Facebook", quando de repente me deparo com uma postagem chamativa do Limbo. E nele vinha o seguinte hyper link com o titulo:"Maconha, esquizofrenia e o paradoxo ético dos psiquiatras que são contra o uso medicinal da maconha."
Bom todos que navegam conosco tem uma noção de que quando abordamos abertamente ou diretamente o tema psicoativos, costumamos a mencionar basicamente coisas a cerca do LSD. Entretanto, não há como negar que tivemos a canabis diretamente ligada ao movimento psicodelico dos anos 60 e anos atuais.
Então não me alongando muito pessoal, digo que o texto basicamente questiona o fato de alguns seres "respeitaveis" da sociedade de medicina no Brasil afirmarem que o uso, de moderado a frequente de maconha. Vem a deixar as pessoas esquizofrenicas e acelera esse processo nos jovens.
Fico completamente desolado com afirmações como essas que não passam de frases ditas por esses psiquiatras, cujo o ganha pão se baseia em alarmar a população.
As vezes os medicamentos que estes mesmos doutores receitam podem prejudicar mais a mente do que o uso medicinal da canabis.
Pois bem leitores do Psychonautas o que quero deixar claro é que questionem, nunca assuma palavras de homens de jaleco branco como verdade absoluta! Modele você mesmo a tua consciência.
Abaixo o link do texto na integra para vocês também darem uma olhadinha, por hora fico por aqui e boa viagem meus companheiros!

Limbo do Rock: http://limbodorock.blogspot.com/

Tudo Sobre Plantas, texto de Dr. Renato Malcher na integra: http://www.tudosobreplantas.com.br/blog/index.php/cannabis/maconha-esquizofrenia-e-o-paradoxo-etico-dos-psiquiatras-que-sao-contra-o-uso-medicinal-da-maconha/

Credito da imagem: http://www.cannabis-pictures.com/canabis-art.htm

11 de fev de 2012

Albert Hoffman parte II


Efeitos especiais

Os efeitos do LSD são espetaculares; é literalmente a droga dos efeitos especiais. Em particular, surgem alterações na percepção do tempo e do espaço e as sensações visuais tornam-se extremamente vívidas. A música pode evocar sensações visuais e a luz produzir impressões sonoras. A viagem começa 30 a 60 minutos depois da ingestão e dura cerca de 6 horas.

Para além disso, tal como a segunda trip de Hoffman no dia da bicicleta já o deixava prever, as experiências são muito variáveis e pessoais e podem ir – conforme a personalidade, as expectativas, e o ambiente em que o LSD é consumido – do céu ao inferno. Há quem sinta um tal pânico e manifeste sintomas tão marcadamente psicóticos que precisa de ser hospitalizado.

Entre 1947 e 1966, o LSD foi utilizado para tentar tratar o alcoolismo e o autismo e para aliviar o sofrimento dos doentes com cancro terminal. Foi ainda utilizado para tentar perceber as psicoses “a partir de dentro” e administrado em condições de laboratório a centenas de pessoas. A CIA, por seu lado, viu no LSD uma potencial arma química, mas os testes realizados em pessoas desprevenidas – muitas das quais ficariam traumatizadas com a experiência – não parecem ter sido convincentes.

Entretanto, o LSD começou a ser utilizado para fins puramente recreativos. Entre as pessoas que o experimentaram e que divulgaram as suas experiências encontram-se celebridades como o escritor Aldous Huxley e o ator Cary Grant.

A festa acabou em 1966, quando a imprensa começou a revelar os casos de jovens que se atiravam pela janela, que se tornavam psicóticos, ou que olhavam para o Sol até ficarem cegos (estima-se que, nesse ano, houvesse quatro milhões de utilizadores norte-americanos). Quando o LSD se tornou ilegal, Leary e outros gurus da geração psicodélica foram presos nos EUA, no meio de um violento debate social.

Hoffman tinha também uma costela mística, que o levou a estudar a química dos cogumelos e outras plantas sagradas utilizadas nos rituais psicodélicos no México. Argumentava que o LSD o tinha levado a adquirir uma nova visão da realidade e das maravilhas da criação. Aliás, num outro livro, "Insight Outlook", de 1989, salienta o Correio de Washington , chegou a escrever que o LSD, tomado por “pessoas mentalmente estáveis e em condições adequadas”, poderia ser bom para o mundo ocidental, pejado de “materialismo, desligado da Natureza e desprovido de uma filosofia da vida capaz de dar sentido às coisas”.

Quanto ao fato de o LSD ter alguma coisa a ver com a sua longevidade, Hoffman desmentiu-o, lê-se no mesmo diário, quando das celebrações do seu centenário, em Basiléia. Disse a um jornalista que o que o mantinha em forma era o seu hábito de comer um ovo cru por dia – e não, como muitos pensavam, as suas experiências, já longínquas, com o LSD.

5 de fev de 2012

Carlos Castaneda BBC

Salve navegantes

sob os créditos de nosso amigo Marcelo Prata, deixamos pra vc´s o documentário sobre a vida de Carlos Castaneda, documentário feito pela BBC. Um trabalho um tanto quanto polemico, vale a pena conferir.