7 de abr. de 2011

Me perdi no mar da consciencia...

Fui salvo por uma tempestade me salvando
uma ponta grande e uma sobremesa da roupa
fomos nos quatro em busca do mar a do know com pouca roupa.
A do know com pouca roupa

 A do know com pouca roupa.

 FOmos feitos um pro outro, meu nome é abstrato assim me apresento.

6 de abr. de 2011

Saudações



Esse não é para ouvidos cegos.

Bônus Post


Pois bem senhoras e senhores as novidades não acabam por aqui a partir de agora o Psiconautas trabalhará com o quadro denominado: O ser psicodélico, onde escolheremos um personagem desde mundo real tão irreal e desigual, famoso ou não para falarmos um pouco dele e citar algumas contribuições com o movimento psicodélico, afinal não estamos e nunca estivemos neste mundo sozinhos.
E por empolgação ou não, por que não começar com nada mais nada menos do que ele Syd Barret (Pink Floyd).

Nascido aos 6 de janeiro de 1946 em Cambridge, Inglaterra. Roger keith Barret foi um dos membros fundadores do grupo de rock psicodélico (1965-1971) / Progressivo 1973-atualmente) Pink Floyd.
O que algumas pessoas não sabem é que a banda Pink Floyd tivera outros nomes em seu curriculo antes de decidirem pelo atual. Como Sigma 6 e Tea Set.
O responsável pelo nome atual é ninguem menos que Barret onde ele inspirou-se em dois músicos do gênero blues do qual admirava, são eles Pink Anderson e Floyd Concil.
Originalmente era o guitarrista, vocalista e principal compositor da banda, sendo muito influente e inovador (foi um dos primeiros a explorar a capacidade de distorção e da recém desenvolvida maquina de eco nos anos 60, anos do auge psicodélico).
Apesar de tudo Syd teve uma curta carreira no Floyd pois os usos constantes de LSD o levaram a um patamar de comportamento um tanto quanto "estranho" e os outros membros da banda não conseguiram o acompanhar ou ele acompanhar os demais, Syd então fora deixado de lado.
Pós Floyd ele voltou-se para Cambridge sua cidade natal onde por la viveu uma vida "pacata" pintando como hobbie e ouvindo uma boa musica dos quais os Rooling Stones estavam entre seus sons favoritos.
Syd Faleceu em 7 de julho de 2006 aos 60 anos na sua terra natal devido a problemas que especulam-se ser diabetes.

a seguir algumas curiosidades tiradas do link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Syd_Barrett

"Numa ocasião famosa, no programa de televisão de Pat Boone, recusou-se a fingir que actuava, ficando parado, braços caídos ao longo do corpo e olhando fixamente para a câmara. Noutro incidente bem conhecido, diz-se que antes de entrar em palco Syd teria esmagado uma caixa inteira de tranquilizantes Mandrax, misturando-os com uma grande quantidade creme para o cabelo Brylcreem, depois pôs a mistura sobre a cabeça e colocou-se por debaixo dos projectores de palco; a mistura viscosa derreteu e começou a escorrer pela sua cara dando a aparência desta se estar a derreter. Outra história diz que Syd apareceu no estúdio apresentando aos colegas uma música nova chamada Have You Got It Yeat. Conforme ele ia ensinando a canção ao grupo tornou-se óbvio que ele mudava os acordes cada vez que a tocava, tornando impossível a sua aprendizagem"


"O álbum de 1975 "Wish you were heare" foi um tributo a Syd Barrett (que diz-se ter aparecido de surpresa numa sessão de gravação, afirmando estar pronto para trabalhar outra vez)"


The Dyamond Eye


Salve seres psiconauticos, hoje deixo à vocês a arte de um co-fundador do Psiconautas que não jás mais entre nós pois pulastes ao mar... Lucca.
fiquem com a pintura do que eu mesmo denominei como The dyamond Eye!
Lucca o Psiconautas agradece a sua ajuda e colaboração mesmo que por pouco tempo e tenha certeza de que se pulastes ao mar você não irá se afogar pois sabes nadar.

E para os interessados que quiserem tambem conhecer mais sobre a arte de Lucca fica ai um link bacana: http://www.flickr.com/photos/calutradu

BEM É ISSO AI PSICONAUTAS CONTINUEMOS A NAVEGAR, POIS AGORA QUE COMEÇOU NÃO PODEMOS PARAR! A TODO VAPOR HOMENS!



4 de abr. de 2011

Midnight Movie - El Topo (1970)



El Topo
se inicia no deserto, onde o protagonista ensina a uma criança totalmente despida, que esta deve enterrar seus pertences como se num ato simbólico, fosse sacrificar o passado para viver um futuro diferente. Em seguida, após se adentrarem em uma cidade onde todos estão mortos, El Topo, o cavaleiro negro e a criança iniciam uma saga onde buscam vingar os habitantes daquele lugar. Em uma das cenas mais perturbadoras do cinema, os lacaios de um tirano, todos responsáveis pela matança, imolam e violentam jovens religiosos, como se todos fossem mulheres. El Topo e a criança salvam todos, inclusive, uma mulher da qual ele se torna amante, deixando a criança para trás.
Toda a película parece ser fruto de um mundo onde a loucura e a razão andam lado a lado. Em certo ponto a mulher lhe pede uma prova do seu amor, sendo essa, a vitória sobre os 4 mestres do revólver, o cavaleiro negro parte para vencê-los em uma aventura onde a auto evolução é o verdadeiro prêmio e ao mesmo tempo maldição. Os personagens não têm gêneros definidos, como o primeiro dos mestres que tem voz feminina, assim como, uma pistoleira vestida de negro que diz saber o caminho para encontrar os mestres apresenta voz masculina.
El Topo, parece ser como em uma existência triplice, mostrando semelhanças do personagem que é, com o próprio diretor e ator que o interpreta Alejandro Jodorowsky, que é um praticante das artes arcanas, outras vezes se apresenta como uma divindade, e outras vezes como herói ou anti herói, já que sua trajetória é egoista.
O filme esteve por algum tempo oculto, distante do público tradicional, sendo sempre exibido nas sessões chamadas Midnight Movies, da qual tomo emprestado o nome da sessão, até que um dia de acordo com a lenda John Lennon e Yoko o assistiram em um cinema, eles gostaram tanto que entraram em contato com o Allen Klein, o até então agente do Beatles. Allen foi encorajado a bancar um outro projeto do diretor, porém mesmo com toda a ajuda, os filmes nunca chegaram ao grande público.

Fica aos interessados o filme, lembrando que (não por falta de vontade) os links que seguem não são meus e sim de outro blog, o Cinema Cultura que desde já agradeço:
Parte I - Parte II - Parte III - Parte IV

Boa Viagem, e vejo vocês em breve